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Mostrando postagens de Agosto, 2010

Meditação: Cura para o corpo e o espírito

Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Isaías 53.5 Há 50 anos, tive a oportunidade de pregar o Evangelho em aldeias remotas, junto de um evangelista que me treinou. Além de pregarmos, nós ensinávamos as pessoas a cuidarem da saúde e lhes dávamos dicas de higiene. Uma das pessoas que nos ouviam me perguntou: "Qual é sua contribuição neste ministério de cura?" Essa pergunta ficou guardada em minha memória. Alguns poderão dizer que pregar tem pouco a ver com saúde e cura, mas a visão de plenitude encontrada na Bíblia inclui tanto a cura física quanto a salvação. Isso é parte do trabalho contínuo de Deus. Apocalipse 22.1-7 apresenta uma visão da árvore da vida: "as folhas da árvore são para a cura dos povos" (v. 2). O mundo precisa ouvir a mensagem bíblica sobre a cura e o lugar que ela ocupa. Jesus Cristo, que curava as doenças físicas das…

Uma crença silenciosa em anjos

"O amor é tudo para todo o mundo. O amor é o que faz sofrer e parar de sofrer. O amor é mal interpretado, o amor é fé, o amor é a promessa do agora que se torna esperança para o futuro. O amor é um ritmo, uma ressonância, uma reverberação. O amor é estranho e tolo, é agressivo e simples, e com tantas qualidades indefiníveis que nunca poderá ser transmitidas em palavras. O amor é ser."

(trecho do livro'Uma crença silenciosa em anjos')


"...Para cada coração arrasado havia uma promessa, e em cada promessa quebrada havia um suspiro, e a cada suspiro de seu rosto eu me lembrava, e a cada lembrança eu caía em prantos..."

(trecho do livro'Uma crença silenciosa em anjos')

Carlos Drummond de Andrade - A poesia (não tires poesia das coisas)

Não dramatizes, não invoques,
não indagues. Não percas tempo em mentir.
Não te aborreças.
Teu iate de marfim, teu sapato de diamante,
vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família
desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável.
Não recomponhas
tua sepultada e merencória infância.
Não osciles entre o espelho e a
memória em dissipação.
Que se dissipou, não era poesia.
Que se partiu, cristal não era.
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intacta.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.
Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. A…

Carlos Drummond de Andrade - A puta

Quero conhecer a puta.
A puta da cidade. A única.
A fornecedora.
Na Rua de Baixo
onde é proibido passar. Onde o ar é vidro ardendo
e labaredas torram a língua
de quem disser: Eu quero
a puta
quero a puta quero a puta. Ela arreganha dentes largos
de longe. Na mata do cabelo
se abre toda, chupante
boca de mina amanteigada
quente. A puta quente. É preciso crescer
esta noite a noite inteira sem parar
de crescer e querer
a puta que não sabe
o gosto do desejo do menino
o gosto menino
que nem o menino
sabe, e quer saber, querendo a puta.

Carlos Drummond de Andrade - A um ausente

Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair. Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enloqueceu, enloquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada? Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança. Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.

Carlos Drummond de Andrade - A um bruxo, com amor

Em certa casa da Rua Cosme Velho
(que se abre no vazio)
venho visitar-te; e me recebes
na sala trajestada com simplicidade
onde pensamentos idos e vividos
perdem o amarelo
de novo interrogando o céu e a noite.Outros leram da vida um capítulo, tu leste o livro inteiro.
Daí esse cansaço nos gestos e, filtrada,
uma luz que não vem de parte alguma
pois todos os castiçaisestão apagados.Contas a meia voz
maneiras de amar e de compor os ministérios
e deitá-los abaixo, entre malinas
e bruxelas.
Conheces a fundo
a geologia moral dos Lobo Neves
e essa espécie de olhos derramados
que não foram feitos para ciumentos.E ficas mirando o ratinho meio cadáver
com a polida, minuciosa curiosidade
de quem saboreia por tabela
o prazer de Fortunato, vivisseccionista amador.
Olhas para a guerra, o murro, a facada
como para uma simples quebra da monotonia universal
e tens no rosto antigo
uma expressão a que não acho nome certo
(das sensações…

Carlos Drummond de Andrade - A vida passada a limpo

Ó esplêndida lua, debruçada
sobre Joaquim Nabuco, 81.
Tu não banhas apenas a fachada
e o quarto de dormir, prenda comum.
Baixas a um vago em mim, onde nenhum
halo humano ou divino fez pousada,
e me penetras, lâmina de Ogum,
e sou uma lagoa iluminada.
Tudo branco, no tempo. Que limpeza
nos resíduos e vozes e na cor
que era sinistra, e agora, flor surpresa,
já não destila mágoa nem furor:
fruto de aceitação da natureza,
essa alvura de morte lembra amor. Itabira do Mato Dentro - MG - 1902

Carlos Drummond de Andrade - Acordar, viver

Como acordar sem sofrimento?
Recomeçar sem horror?
O sono transportou-me
àquele reino onde não existe vida
e eu quedo inerte sem paixão. Como repetir, dia seguinte após dia seguinte,
a fábula inconclusa,
suportar a semelhança das coisas ásperas
de amanhã com as coisas ásperas de hoje? Como proteger-me das feridas
que rasga em mim o acontecimento,
qualquer acontecimento
que lembra a Terra e sua púrpura
demente?
E mais aquela ferida que me inflijo
a cada hora, algoz
do inocente que não sou? Ninguém responde, a vida é pétrea.

Carlos Drummond de Andrade - Actriz

A morte emendou a gramática.
Morreram Cacilda Becker.
Não era uma só. Era tantas.
Professorinha pobre de Piraçununga
Cleópatra e Antígona
Maria Stuart
Mary Tyrone
Marta de Albee
Margarida Gauthier e Alma Winemiller
Hannah Jelkes a solteirona
a velha senhora Clara Zahanassian
adorável Júlia
outras muitas, modernas e futuras
irreveladas.
Era também um garoto descarinhado e astuto: Pinga-Fogo
e um mendigo esperando infinitamente Godot.
Era principalmente a voz de martelo sensível
martelando e doendo e descascando
a casca podre da vida
para mostrar o miolo de sombra
a verdade de cada um nos mitos cénicos.
Era uma pessoa e era um teatro.
Morrem mil Cacildas em Cacilda.

Carlos Drummond de Andrade - Ainda que mal

Ainda que mal pergunte,
ainda que mal respondas;
ainda que mal te entenda,
ainda que mal repitas;
ainda que mal insista,
ainda que mal desculpes;
ainda que mal me exprima,
ainda que mal me julgues;
ainda que mal me mostre,
ainda que mal me vejas;
ainda que mal te encare,
ainda que mal te furtes;
ainda que mal te siga,
ainda que mal te voltes;
ainda que mal te ame,
ainda que mal o saibas;
ainda que mal te agarre,
ainda que mal te mates;
ainda assim te pergunto
e me queimando em teu seio,
me salvo e me dano: amor.

Carlos Drummond de Andrade - Amar-amaro

porque amou por que amou
se sabia
p r o i b i d o p a s s e a r s e n t i m e n t o s
ternos ou desesperados
nesse museu do pardo indiferente
me diga: mas por que
amar sofrer talvez como se morre
de varíola voluntária vágula evidente? ah PORQUE AMOU
e se queimou
todo por dentro por fora nos cantos ecos
lúgubres de você mesm(o,a)
irm(ã,o) retrato espetáculo por que amou? se era para
ou era por
como se entretanto todavia
toda via mas toda vida
é indignação do achado e aguda espotejação
da carne do conhecimento, ora veja permita cavalheir(o,a)
amig(o,a) me releve
este malestar
cantarino escarninho piedoso
este querer consolar sem muita convicção
o que é inconsolável de ofício
a morte é esconsolável consolatrix consoadíssima
a vida também
tudo também
mas o amor car(o,a) colega este não consola nunca de nuncarás.

Carlos Drummond de Andrade - Amar

Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer?
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso, sozinho, em rotação universal, senão rodar também, e amar? amar o que o mar traz à praia, o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha, é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto. o que é entrega ou adoração expectante, e amar o inóspito, o cru, um vaso sem flor, um chão sem ferro, e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta, distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas, doação ilimitada a uma completa ingratidão, e na concha vazia do amor a procura medrosa, paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

Drummond - Amor

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você esta esperando desde o dia em que nasceu.Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d'água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente divino - o amor.Se um dia tiverem que pedir perdão um ao outro por algum motivo e em troca receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar as suas lágr…

Meditação - Testemunhas

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação! 2 Coríntios 1.3Os doentes terminais, com frequência, sabem quando a morte está próxima. No entanto, eu não sabia dizer se Delores estava sendo apenas excessivamente positiva. "Não estou pronta para morrer", disse ela. "Eu vou para casa." Eu era a capelã de plantão e uma enfermeira havia me chamado porque achava que Delores estava a ponto de morrer. Mas Delores foi para casa, retornando mais tarde para mais quimioterapia e radiação. Quando entrei para falar com ela, certa manhã, mal podia reconhecê-la, pelos efeitos do tratamento. De repente, ela exclamou: "Ele estava aqui, bem aqui no meu quarto". "Quem?", perguntei. "Jesus! Eu estava deitada aqui na cama, olhei para aquela parede ali e?", parou. Seus olhos se encheram de lágrimas enquanto apontava para a parede oposta à sua cama. "Jesus passou por aquela parede. O quarto se e…

Meditação - Interrupções

Fala, Senhor, porque o teu servo ouve. 1 Samuel 3.9

Sou professora no ensino médio e frequentemente sou interrompida pelos avisos do sistema de intercomunicação da escola. Em geral, a interrupção é para solicitar o comparecimento de um aluno à diretoria ou para informar alguma alteração no horário de treino de uma equipe esportiva. Para mim, essas comunicações representavam a desagradável interrupção de um precioso tempo de ensino. No entanto, quando li na Bíblia a história sobre o sacerdote Eli e Samuel, de repente passei a ver essas interrupções diárias de uma nova forma. Samuel interrompeu o sono de Eli por três vezes porque achava que ele o estava chamando. Eli achou que as interrupções de Samuel fossem apenas uma criança perturbando seu sono - até que se deu conta de que Samuel estava sendo chamado por Deus. Ao ler sobre a interpretação equivocada de Eli, fiquei imaginando se eu própria não estaria interpretando mal as interrupções pelo sistema de comunicação. Talvez elas fossem …

A esperança que não morre

Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes. Romanos 12.12Minha prima Vaneide mora no interior da Bahia, distante cerca de 525 km da capital, Salvador. Ela sofria de uma doença no esôfago e, por isso, não conseguia se alimentar normalmente. Apenas bebia líquidos ou ingeria alimentos pastosos. Suas refeições eram batidas no liquidificador. Certa vez, ela teve de viajar para Salvador, deixando seus quatro filhos sozinhos, para se submeter a uma cirurgia muito delicada. Por quatro vezes ela viajou, se internou, fez todo o processo pré-operatório. Numa ocasião, até foi para a sala de cirurgia, mas não pôde ser operada, pois não havia vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Durante todo esse período, vários irmãos e irmãs não cessavam de orar por ela. Depois de um ano, ela voltou pela quinta vez e conseguiu ser submetida à cirurgia. Tudo correu bem e hoje ela pode se alimentar normalmente, para honra e glória de Deus. O exemplo de Vaneide não só f…

Reflexão sobre a amizade

Se fosse possível reduzir a população do mundo inteiro em uma vila de 100 pessoas, mantendo a proporção do povo existente agora no mundo, tal vila seria composta de:
57 Asiáticos
21 Europeu
14 Americanos (Norte, Centro e Sul)
8 Africanos
52 seriam mulheres
48 homens
70 não brancos
30 brancos
70 não cristãos
30 seriam cristãos
89 seriam heterossexuais
11 seriam homossexuais
6 pessoas possuiriam 59% da riqueza do mundo inteiro e todos os 6 seriam dos EUA
80 viveriam em casas inabitáveis
70 seriam analfabetos
50 sofreriam de desnutrição
1 estaria para morrer
1 estaria para nascer
1 teria computador
1 (sim, apenas 1 teria formação universitária) Se o mundo for considerado sob esta perspectiva, a necessidade de aceitação, compreensão e educação torna-se evidente. Considere ainda: se você acordou hoje mais saudável que doente, você tem mais sorte que um milhão de pessoas que não verão a próxima semana.
Se nunca experimentou o perig…

Meditação: O mundo está esperando

Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus. Filipenses 1.6 Catherine Booth era esposa do general William Booth, fundador do Exército da Salvação. Conta-se que, enquanto criava sua grande família, Catherine dizia frequentemente a seus filhos: "Lembrem-se: vocês não estão aqui neste mundo para si mesmos. Vocês foram enviados - para Deus e para os outros seres humanos. O mundo está esperando por vocês". Consequentemente, eles cresceram com uma ideia muito clara de seu chamado e participaram ativamente do ministério cristão. Deus tem um propósito específico para cada um de nós enquanto seguimos as pegadas de Jesus, que declarou que veio não para ser servido, mas para servir. Cristo Jesus é nosso exemplo perfeito; em obediência a Deus, Ele Se entregou pelos outros, tanto em Sua vida como em Sua morte. O apóstolo Paulo orava para que os cristãos e cristãs de Filipos continuassem a crescer no amor, no conhecimento e…

As possibilidades perdidas

Fiquei sabendo que um poeta mineiro que eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria completado 100 anos neste mês de agosto, caso vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta, Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele, e um em especial me chamou a atenção: "Viver não dói. O que dói é a vida que não se vive".

Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê?

Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos…

Viver não dói - Poema Canção

Canção (Emilio Moura)

Viver não dói. O que dói
é a vida que se não vive.
Tanto mais bela sonhada,
quanto mais triste perdida.

Viver não dói. O que dói
é o tempo, essa força onírica
em que se criam os mitos
que o próprio tempo devora.

Viver não dói. O que dói
é essa estranha lucidez,
misto de fome e de sede
com que tudo devoramos.

Viver não dói. O que dói,
ferindo fundo, ferindo,
é a distância infinita
entre a vida que se pensa
e o pensamento vivido.

Que tudo o mais é perdido.

Encerrando Ciclos

O texto abaixo é um dos muitos que pairam na internet com a autoria de Fernando Pessoa, William Shakespeare, Veríssimo... Mas o texto na verdade é da jornalista colombiana Sônia Hurtado e foi traduzido e adaptado por Paulo Coelho. Há, inclusive uma briga judicial entre a jornalista e o escritor, que já admitiu em um dos seus livros não ser o autor do texto. O texto original tem o título em espanhol "Cerrando ciclos"

Encerrando ciclos
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final…
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muit…

Comprometida:uma história de Amor

A escritora americana Elizabeth Gilbert, 40, curou suas mágoas com viagens por todo o mundo, que lhe renderam o best-seller"Comer, Rezar, Amar"e, também, um juramento: o de não se casar de novo. Depois de Quatro anos da publicação do primeiro livro, Gilbert retorna às estantes com"Comprometida", título que narra sua traição da promessa contra o casamento e que conta sua aventura com o brasileiro Felipe (homem que conheceu no final do seu último livro).

Nesta obra, a autora examina questões de compatibilidade, paixão, fidelidade, tradição familiar, expectativas sociais e os riscos de divórcio. Elizabeth desfaz os mitos, desmonta os medos, constrói uma perspectiva histórica e troca fantasias românticas por compromissos emocionais.
Ainda não li  "Comer, Rezar, Amar", mas dizem que é muito bom e vai virar filme com a Julia Roberts. E esse que saiu agora já me interessou pela leitura do primeiro capítulo, o qual compartilho com vocês.
Leia o primeiro capítulo de&…